Sujeito quase oculto

lagrima


        Tem olhos que parecem a humanidade.
        A humanidade terna e pacífica
        				nos olhos
        permeando uma realidade fria
        contra o calor da subjetividade...

        A sede
        dessa humanidade é
        como o calor do sol: 	viver!
        			morrer!
        			pertencer
        		à vida e à morte
        		cumpre um objetivo
        			educativo.

        A angústia
        dessa humanidade é
        irrequieta e será chamada vulcão!
        Os partos difíceis e mais dolorosos
        requerem máximos esforços que sucumbem
        em mutações.
        	       	Cumpre-nos.
        		Cumpramos.
        Ah! bendita liberdade ser homem, onívoro e divino!
        Oh! vem libertar o homem de si mesmo!
        	Que não estão mais sendo divinos...
        	Que são cada vez menos homens e
        	conservaram-se onivoramente incapacitados.
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Sobre hilam

Ainda em processo de construção humana, mesmo com mais de 40 anos de idade...

Publicado em 20/07/2014, em Poesia e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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