Escrito

escritoNão há mistério, água ou fogo, que peritos
não descubram: mas o ar deixa a desejar
em matéria de perícia, e mais ainda a terra;
nosotros procuramos dissolver o mistério como
se fosse causa da própria sobrevivência agora.

Está escrito nos livros que restaram: haja
como se, como se já houvesse a rotina.
Nós a implantamos no gene pelo actus purus.

Desarmado e perigoso, as escolas expulsaram
os gênios das feiras e exposições.
Me resta uma dádiva divina dividida:
cada segredo livrará o pensar,
as espessuras são tão amargas,
superfícies oloríficas do vôo lento.

Cada pensamento ligeiro armazena
luz da circunstância. É tudo tão
simples: cada coisa se harmoniza consigo e
então se combina repetidamente, capaz de
sermos guardados guiados guisados…

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Sobre hilam

Ainda em processo de construção humana, mesmo com mais de 40 anos de idade...

Publicado em 26/04/2010, em Poesia. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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