solto

como um louco, estabeleço o limite:
eis-nos pensando unos e batendo a
cabeça na parede; padecei com nenhuma
luz te guiar, só uma marca de tinta…

não sabes mais onde conter-se, não conhecia
limite algum, padecia de correções de tempo
em tempo, de vez em vez, quando não
podia segurar sua tão própria (l)rouquidão.

quero três balas de gengibre com cravo;
não prescindo passar bem por todas eras(h).
abandonar a batalha não me fará bem; vamos
em frente, ou por trás, se assim melhorar

a posição. que porra é isso? nem eu
saberia se me perguntassem. um esquilo
na paisagem pára o carro, um pássaro
cagão méla a festa, um homem vibra.

nenhuma dor passa despercebida, faz-se
notar, como num mapa; localiza-se e
mancha tua roupa, completamente, de sangue…

22.09.2007

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Sobre hilam

Ainda em processo de construção humana, mesmo com mais de 40 anos de idade...

Publicado em 22/05/2008, em Poesia. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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