PER-FACTA

DNA 

“…dentro dessa minha cadeia,

nessa evolutia da vida…” Nelsão

 

 

 

Quando nunca amanheci, perdeu-se mais lembrança.

Pensei na manhã de ainda ver a tarde, o crepúsculo…

Porque não criar uma série de falsidades reais,

porque não cantar só pra quem está bem perto?…

 

Saber quem te carrega até o fim, se houver, re-conhecer

os verdadeiros amigos, os que navegam no quase-ba(r)co

da alvorada surgindo, do feitiço impreciso da aurora

amarela como um artista melado (de tintas diversas).

 

E num relance infinito, perdi-me de tanto contemplar

uma misteriosa chave que se propunha carregar o

árduo, ou melhor a ardósia suntuosidade de esperar;

enfim, não há nada que não queiramos saber mais…

 

O fato único e real da tarde é que compor canções de

amor são difíceis, porque não é nenhum amor perto de

mim agora, esquecendo o acontecimento de voltar

 

para sempre ao nada-novo de que tento retornar…

Até deus fica zangado, produzindo esplendor e

criaturas, indizíveis criaturas que o re-negam…

 

Numa circunstância onde todas as verdades ficam

expostas à nossa absoluta curiosidade, e ficaremos

até ouvir a nov-idade que falta para renascermos….

 

 

28/06/2003

 

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Sobre hilam

Ainda em processo de construção humana, mesmo com mais de 40 anos de idade...

Publicado em 24/01/2008, em Poesia. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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