PER-SIGNA ou Frio ao Meio-dia

“…quando a mente se arrepende

a boca sofre…” Nelsão

 

persigna

 

 

aqui estamos, todos mistura, e as bruxas

reconhecem o meu cheiro, porisso não con-

sigo percorrer distâncias muito atrozes,

persigo como ex-comun-dongo, e a história

 

 

repetitiva prossegue, procede, lamaçal de

revelações, sem papas na língua, sem rapsódias

interpretadas por pura necessidade, propriedade

na hora da degustação, sobri-edade. Sonoro,

 

 

buscamos permitir comunicação de entrelinhas,

cremos na espontaneidade humana de rechaçar

aquilo que se nos oferece muito fácil, pois

 

 

creio na serenidade da forma do soneto, para

re-transmitir esperanças vãs, amores duvidosos,

ressacas fenomenais, e o divino olfativo da

 

 

lembrança de não se expor a formas fixas.

(se me lessem saberiam que sou um cientista-maluco,

quase marcado pela insatisfação de querer poetar

numa forma nova e não de-marcada…)

 

 

28/06/2003

Anúncios

Sobre hilam

Ainda em processo de construção humana, mesmo com mais de 40 anos de idade...

Publicado em 14/11/2007, em Poesia. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: