O choro da namorada

choro da namorada

Nada do que me fez ficar assim se repete:

nem bem nem mal. Apenas

fatores extraídos da realidade-cerceante.

Quanto quisera que a qüididade venerada

usurpasse o momento desperto: nada.

Nem um beijo, nenhum contato dérmico.

Hesito com agás minúsculos, pois sabendo

que por trás de todas essas flores do

nosso jardim, esconderás aquele sorriso

que me fará descabelar-me e tu chamando-

-me imberbe e bocejando e me convidando

a domar-te o sono pelo resto da noite…

Tudo a mais desabalada fantasia: queria

é uma doença que dá na galinha

quando ela cisca pra frente!

Este não é o fim: te despeço sorrindo,

desmancho-me em atrocidades oraculares:

nunca é o fim para quem enxerga o meio…

 

chupar l�ngua

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Sobre hilam

Ainda em processo de construção humana, mesmo com mais de 40 anos de idade...

Publicado em 20/10/2006, em Poesia. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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