Reflexo condicionado

Hoje os desenhos de fumaça na solidão. A vida continua
disfarçada em cortinas, e bolas de sabão, e tabuleiros de xadrez;
havia pequenas cinzas espalhadas; e música necessária.
Agora me sinto realmente sozinho: e então, bolas!
Estou eu aqui no deleite das trevas, ouvindo luzes piscarem…

Escutando o incenso queimar; o mais sensível possível.
Noites e guerras perdidas ao acaso da memória:
explosões mortíferas; bombardeios aéreos;
vibrações azmudianas.

Luz. Muita luz! E o espelho me dirá quem sou;

U H S R

Espaços vazios corrompidos; enchendo de toques de vida.
Agora sou um estranho na cidade…

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Sobre hilam

Ainda em processo de construção humana, mesmo com mais de 40 anos de idade...

Publicado em 19/08/2006, em Poesia. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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