Sursis

sursisPinças são atiradas aos olhos flamejantes;
ouço silvos longínquos das facas atiradas
entre minha cabeça e a pintura ao lado.
Mais à esquerda, a fogueira luminosa pisca,
acendendo a chama interior, imantada por aquela.

Celeiros vestidos de marrom, a cocheira.
Enredos pragmáticos nos cinemas,
ludibriando facilmente aos desatentos;
entre tantos gritos de euforia e louvor,
seca a saliva; engole-se a seco
todas as manobras políticas; engajaremos
e reagiremos aos abusos?

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Sobre hilam

Ainda em processo de construção humana, mesmo com mais de 40 anos de idade...

Publicado em 13/08/2006, em Poesia. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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